Review: “Nós” de Jordan Peele

Com o surpreendente sucesso de público, crítica e prêmios de “Corra!“, o diretor e roteirista Jordan Peele parece ter descoberto que fazer terror com simbolismo é sua praia. Em seu trabalho seguinte, “Nós”, repete a dose. Apesar de não seguir exatamente o mesmo rumo… Se “Corra!” usava do horror para falar sobre racismo e opressão, ainda que usando de recursos tradicionais ao gênero, “Nós” é mais aberto a interpretações e é intencionalmente mais confuso.

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Trailer para “Yesterday”, filme mais britânico de todos os tempos

Dirigido por Danny Boyle, escrito por Richard Curtis e com trilha sonora dos Beatles. Mais britânico que isso só se o James Bond aparecer no final…

O filme estreia mundialmente em Junho.

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Review: “Resident Evil 2” para PlayStation 4

Para muitos pode parecer ontem, mas não foi. Lançado no influente ano de 1998 (que teve “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”, “StarCraft”, “Half-Life”, “Unreal” e “Metal Gear Solid”), “Resident Evil 2” já está tão velho que tem idade para beber. Considerado um clássico, não foi tão influente quanto seu antecessor, a ponto de popularizar um gênero que se tornaria absolutamente mainstream de imediato, mas é muito querido pelos fãs pelo simples fato de ser muito bom. E envelheceu bem! Mas isso não significa que a indústria de videogames iria deixá-lo quieto, muito menos a Capcom, né? Pois eis que ela atendeu a um pedido dos fãs que, desde 2002 – empolgados com o remake do primeiro “Resident Evil” para GameCube – fantasiam em jogar um dos seus clássicos favoritos com gráficos modernos. E essa oportunidade chegou.

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Review: “Velvet Buzzsaw” de Dan Gilroy

No que parece ser uma real moda nesta década para o cinema de terror, “Velvet Buzzsaw” segue a “tendência” de usar um gênero famoso por sustos para explorar outra coisa. Se “Hereditário” usou possessão para falar sobre doenças psiquiátricas e “Corra!” usou o suspense para falar de racismo, esta nova produção da Netflix parece querer usar as ferramentas do slasher para falar sobre… A cultura da arte? Pois é. O resultado é meio esquisito, mas vou dar o crédito ao roteirista e diretor Dan Gilroy em tentar algo inusitado.

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Review: “Poderia Me Perdoar?” de Marielle Heller

A escritora Lee Israel fez um certo sucesso como autora de biografias nos anos 80, conseguindo ao menos um best-seller do The New York Times, antes de cair no esquecimento. Alcoólatra, solitária, falida, sem conseguir produzir nada de novo para se sustentar, ela passa a forjar cartas de célebres autores para vender no mercado de colecionadores e juntar dinheiro. “Poderia Me Perdoar?” me lembrou um pouco o recente “Eu, Tonya“, como narrativa sobre uma mulher desesperada querendo um lugar ao sol buscando meios ilegais para isso. Ambos não passam a mão na cabeça de suas criminosas, mas questionam o que levaram elas a tal caminho – apesar do talento, uma sociedade que não lhes leva ao sucesso.

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Review: “Vidro” de M. Night Shyamalan

Sequência do competente “Fragmentado“, “Vidro” vem com um objetivo ainda mais ousado que seu antecessor: ser uma sequência de “Corpo Fechado”. Filme de 2000 lançado pelo diretor M. Night Shyamalan logo após a explosão do fenômeno “O Sexto Sentido”, ele ganhou um ar de cult com o tempo – principalmente entre a comunidade nerd – pelo seu interessante estudo de personagem ambientado em um universo em que super-heróis de quadrinhos existem. E, lembrando, chega “Vidro” para continuar isso. Sendo sequência de “Fragmentado”. Que não explora nada disso. Hmmm…

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Review: “Vice” de Adam McKay

Seguindo a tradição do diretor Adam McKay de explorar a história recente dos Estados Unidos, “Vice” – que tanto serve para descrever o cargo de vice-presidente como significa “vício” em inglês – é uma inusitada biografia do de Dick Cheney. Cheney, para quem estava dormindo entre os anos 2000 e 2008, foi uma figura cruel na política internacional. Pois muito ódio caiu sobre o então presidente dos EUA, George W. Bush, por motivos justos, mas Cheney não era o típico “vice decorativo” que estávamos acostumados. Cheney era figura presente nos noticiários e bastidores do poder.

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